19 de novembro de 2010

Restaurante The Fifties, na Expo


Existe, no Parque das Nações (Av. D. João II), um restaurante chamado "The Fifties", que é como quem diz, os anos 50... Americanos!

O conceito é muito giro. Toda a decoração, música, ambiente, menú e empregados fazem-nos sentir como se estivessemos no filme "Regresso ao Futuro", quando o personagem de Michael J. Fox conhece o seu pai, George, ainda antes deste namorar a sua futura mãe, num "café" lá do sítio. Até têm jukeboxes!!

Infelizmente, a comida não tem a qualidade desejada. É o.k., mas nada do outro mundo. Até o brownie desapontou, pois era bolo de chocolate. A cada dentada que dava, lembrava-me do seu rival, Hard Rock Cafe, cuja comida é deliciosa, e de uma qualidade indiscutível, quer se aprecie aquele tipo de comida, quer não. A ementa no "The Fifties" oferecia praticamente o mesmo que o Hard Rock, mas com qualidade inferior.

Não vos vou dizer "Não! Não vão! É horroroso!". Nada disso, pois, como disse antes, o ambiente é muito giro. Mas não esperem que a comida seja extraordinária. É boazinha. Dêem lá um salto, mas assim já sabem ao que vão :)

17 de novembro de 2010

"A Pilar, que ainda não havia nascido, e tanto tardou a chegar"

Ontem tive o prazer de ver, pela segunda vez, o documentário/filme "José e Pilar", sobre José Saramago e Pilar del Río. A primeira vez que vi foi na cerimónia de abertura do DocLisboa 2010, e ontem foi a ante-estreia (o documentário estreia nas salas de cinema na quinta-feira, 18 de Novembro 2010).

Confesso que, na primeira vez, fui um pouco de nariz torcido, pois não era a maior fã de Saramago. Mas como este documentário é sobre a história de amor do Nobel e de Pilar, abri um pouco a minha mente. E que bem o fiz! Este documentário de Miguel Gonçalves Mendes, que demorou 4 anos a ser feito, que contou com a co-produção de Fernando Meirelles, e apenas com o apoio da Delta Cafés e da Câmara Municipal de Lisboa, é um trabalho brilhante, de uma qualidade muito superior a tantas produções portuguesas que aí se vêem.

Entramos na vida privada deste casal, e somos levados pela sua vida, dia-a-dia, mas sempre com o amor constante que nutrem um pelo outro.

A ideia que tinha de José Saramago mudou quase em 180º, mesmo não estando de acordo com ele sobre algumas ideias, pois fiquei a conhecer um Saramago com um sentido de humor refinado, que muitas gargalhadas arrancou facilmente a uma plateia rendida. Também fiquei a conhecer mais de Pilar del Río, "que ainda não havia nascido, e tanto tardou a chegar".

Pilar é uma mulher que se mostra demasiado "forte" e "espanhola" para o meu gosto, que gosta de ser polémica. Mas ainda assim, tiro-lhe o chapéu por ter abdicado da sua profissão e ter dedicado a sua vida a Saramago. E acho que não há qualquer dúvida que ela foi o pilar da sua vida e obra (passo a redundância).

Sem mais, faço-vos o apelo de irem ver ao cinema esta excelente obra portuguesa, sobre o primeiro Nobel da Literatura de língua portuguesa. Aqui fica o trailer!



José e Pilar Trailer Oficial Portugal from JumpCut on Vimeo.

16 de novembro de 2010

Boicote à China

Por tantos motivos (cada vez mais), políticos, económicos e morais, sinto cada vez mais vontade de boicotar tudo o que vem da China.

É um país sem respeito por direitos humanos ou dos animais, sem respeito pela vida, ditador, e que impõem ao mundo (não só dentro das suas fronteiras) as suas condições, que acabam por ser seguidas por líderes de quase todo o mundo, graças ao medo que lhe têem e ao seu poder económico, cada vez maior.

A China é famosa pelos seus maltratos aos animais e, ao que parece, agora descobriu, em África, que se calhar até é boa ideia matar elefantes para lhes roubar o marfim e vender, ilegalmente, fazendo dinheiro. Isto, como um negóciozinho à parte, enquanto constroem as estradas no Quénia.

Depois vem o "pedido" às embaixadas na Suécia, para não terem nenhum representante seu na entrega do prémio Nobel da Paz a Liu Xiaobo, pois é dissidente do regime de Pequim.

A lista, obviamente, continua, mas, como sendo a cereja no topo do bolo, eis que me deparo com esta notícia, de uma máquina que vende caranguejos vivos, que, apesar de se passar no Japão, que menciona o cozinhar gatos vivos, como sendo a nova moda na China, para comer.

Sei que parece uma tarefa impossível, boicotar a China, pois ela está em todo o lado, mas pelo menos, assim tentarei. Não é, certamente, por eu deixar de vestir ou comprar produtos que tenham sido feitos neste país, que vai afectar quem os produziu, pois esses, desgraçados, serão sempre explorados até ao tutano.

The Porefessional da Benefit

Senhoras, existem milagres em tubinhos e caixinhas. A Benefit criou um deles, ao qual me rendi, assim que a colaboradora da Sephora o colocou na minha cara. É o Porefessional. Não, não é engano ao escrever. É este, mesmo, o nome.

Este creme mágico, de textura suave, cremosa, mas ao mesmo tempo parece deixar um toque seco (mas não áspero), tem a cor de uma base, mas o seu efeito é outro.

Aplica-se, normalmente, antes da base, com toques suaves, em toda a zona T, e onde mais for necessário, para fechar os poros. É perfeito para quem tem, normalmente, pele oleosa ou mista. Julgo que quem tem pele seca não sofre do "mal" dos poros abertos. A pele fica com um aspecto liso e sedoso, imediatamente! E não, não é por causa da cor do creme, pois se passarem com o dedo por cima, segundos depois, verão que o dedo não vem colorido, como acontece com a base.

O efeito dura bastante tempo, mas na embalagem aconselham a andar com o tubinho na mala, para o caso de ser necessário retoque durante o dia, mesmo que por cima da maquilhagem.

Sem sombra de dúvida, um "must have"!

15 de novembro de 2010

Se gostam de comida indiana...

Experimentem o "Real Taste of India", no Parque das Nações (Expo), em Lisboa. Para mim, é, sem dúvida, o melhor restaurante indiano da capital.

Ao lado do Sabor a Brasil, encontra-se este maravilhoso restaurante. Limpo, com empregados (indianos) muito educados, bom serviço, um ambiente e decoração extremamente agradável e... Uma comida deliciosa!

Tudo é confeccionado com carinho e, atrevo-me a dizer, artesanalmente. Tudo o que pedirem é de grande qualidade, mas, segundo o próprio dono, não podem ir lá sem pedir o gelado de manga, feito lá, com manga verdadeira. E se forem mais ousdos, peçam também a novidade, também lá criado, o gelado com sabor (e pedacinhos) a amêndoa.

Acreditem que, depois de lá irem, vão começar a sentir os sabores da Índia de maneira diferente!