Ora então, Feliz 2011!! Mais um ano que está a começar. O último antes do fim do calendário Maia. Talvez por isso devamos, cada vez mais, aproveitar a vida e fazer limonada se a vida nos der limões.
A palavra na boca de todos para este ano é... Crise. Mas, se não me falha a memória, o ano passado dizia-se o mesmo, com o início de 2010. Foi difícil? Sim. Mas não aquela coisa toda que se previa.
Este ano, não está a ser diferente. As pessoas começam 2011 assustadas e com medo, devido ao aumento do IVA, mas se formos a fazer bem as contas, esse aumento reflecte-se em pequeníssimos cêntimos, na maioria dos casos.
Não me interpretem mal. Não estou minimamente contente com esta subida, mas tento olhar para o caso de uma maneira menos má. E aqui entre nós, que ninguém nos ouve, já começo a ficar um bocadinho farta de ouvir as pessoas queixarem-se e dizer mal. Tomem atitudes ou aceitem, porque tão breve a situação não vai mudar, e ninguém precisa de negativismo e pessimismo na vida.
Mas já me estou a dispersar do tópico. Vou continuar num post novo, para não chatear muito.
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Gosto de pensar em mim como uma cobaia humana. Aqui, vão poder encontrar a minha opinião sobre tudo novo que experimento... E sou exigente!
4 de janeiro de 2011
30 de dezembro de 2010
Um sonho tornado realidade... Em 2 versões!
Olhei à volta e encontrei... Kebab! E fez-se luz! As duas versões são de ir ao micro-ondas, e a do Kebab diz mesmo que cria o efeito do grill. Não percebi se a molho branco vem incluído.
Tanto a Pita Shoarma como o Kebab são de duas marcas diferentes, embora ambas alemãs. Não me surpreendeu, pois há mesmo quem diga que o melhor kebab se come na Alemanha (devido ao enorme número de emigrantes turcos lá existentes).
Não comprei nem a Pita, nem o Kebab, por causa do ano novo, mas conto comprar, muito em breve, e experimentar.
Claro que não é o mesmo que ir à roulote, mas, ainda assim, merece a minha dentadinha.
Votos de boas festas ao longo dos tempos
Ainda se lembram de desejar Feliz Natal e Próspero Ano Novo antes de haver telemóveis e internet? Compravam-se postais (de papel), dedicávamos uns minutos do nosso tempo a escrever umas palavras à mão, e mandávamos por correio. Que bem sabia abrir a nossa caixa e ver os postais, que exibíamos orgulhosamente em cima da lareira ou um móvel.
Depois veio a internet e os telemóveis. Não me lembro qual chegou primeiro, mas tenho clara memória das SMS de Natal e Ano Novo em massa, que recebia de 10 pessoas diferentes. Depois outras 10 mandavam outra igual. O caos instalava-se mais, perto da meia-noite, quando as linhas chegavam a ficar bloqueadas. E há ainda o fenómeno de receber SMS de um número que desconhecemos, com uma mensagem... Não assinada.
Também os e-mails em massa vieram substituir os postais de papel. Uma imagem, 30 destinatários. Prático e muito usado, em especial, pelas empresas.
Este ano a moda foi colocar uma foto no Facebook e colocar tagg a todos os amigos que a pessoa se lembrasse. O resultado? Cada vez que alguém agradecia ou retribuía os votos, todos os marcados também recebiam essa mensagem... Mesmo não conhecendo a pessoa.
Qualquer que seja o método que prefiram (eu adoro os postais de papel), não deixa de ser curioso como tudo evolui... Até mesmo os votos de boas festas!
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Depois veio a internet e os telemóveis. Não me lembro qual chegou primeiro, mas tenho clara memória das SMS de Natal e Ano Novo em massa, que recebia de 10 pessoas diferentes. Depois outras 10 mandavam outra igual. O caos instalava-se mais, perto da meia-noite, quando as linhas chegavam a ficar bloqueadas. E há ainda o fenómeno de receber SMS de um número que desconhecemos, com uma mensagem... Não assinada.
Também os e-mails em massa vieram substituir os postais de papel. Uma imagem, 30 destinatários. Prático e muito usado, em especial, pelas empresas.
Este ano a moda foi colocar uma foto no Facebook e colocar tagg a todos os amigos que a pessoa se lembrasse. O resultado? Cada vez que alguém agradecia ou retribuía os votos, todos os marcados também recebiam essa mensagem... Mesmo não conhecendo a pessoa.
Qualquer que seja o método que prefiram (eu adoro os postais de papel), não deixa de ser curioso como tudo evolui... Até mesmo os votos de boas festas!
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21 de dezembro de 2010
Crise? Só para alguns!
Como se sabe, em tempos de crise e guerra, há sempre sectores no mercado que prosperam. Nada de anormal. E, tal como se sabe, Portugal está a passar por uma altura particularmente difícil, a nível económico.
Há, no entanto, 2 fenómenos que são curiosos, e que não têm qualquer ligação com indústrias que, seria de esperar, floresçam.
Estou a falar de telemóveis e depilações a laser. Não são bens de primeira necessidade. Talvez sejam de semi-luxo. Telemóveis que custam para cima de €300, como o iPhone 4G de 32 megas, ou iPads, estão mais que esgotados e têm listas de espera maiores que aparelhos idênticos menos caros. Será por uma questão de status? É provável.
No caso das depilações a laser, segundo me disse a minha "depiladora", não têm sentido, de todo a crise. Na verdade, não têm tido mãos a medir, durante todo o ano. Estão à espera de sentir em 2011, apesar de não alterarem os preços com o aumento do IVA.
Curioso, não? Pois não é algo que se ostente, como um smartphone ou um iPad, e no entanto, trabalho não lhes falta (e ainda bem!).
Será que não estamos assim tão mal? Será que há uma classe média/média alta maior do que a que julgamos? Ou será que as prioridades das pessoas mudaram?
Como se costuma dizer: cada um sabe de si, e Deus sabe de todos. Mas não deixa de dar que pensar...
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Há, no entanto, 2 fenómenos que são curiosos, e que não têm qualquer ligação com indústrias que, seria de esperar, floresçam.
Estou a falar de telemóveis e depilações a laser. Não são bens de primeira necessidade. Talvez sejam de semi-luxo. Telemóveis que custam para cima de €300, como o iPhone 4G de 32 megas, ou iPads, estão mais que esgotados e têm listas de espera maiores que aparelhos idênticos menos caros. Será por uma questão de status? É provável.
No caso das depilações a laser, segundo me disse a minha "depiladora", não têm sentido, de todo a crise. Na verdade, não têm tido mãos a medir, durante todo o ano. Estão à espera de sentir em 2011, apesar de não alterarem os preços com o aumento do IVA.
Curioso, não? Pois não é algo que se ostente, como um smartphone ou um iPad, e no entanto, trabalho não lhes falta (e ainda bem!).
Será que não estamos assim tão mal? Será que há uma classe média/média alta maior do que a que julgamos? Ou será que as prioridades das pessoas mudaram?
Como se costuma dizer: cada um sabe de si, e Deus sabe de todos. Mas não deixa de dar que pensar...
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Prendas que queremos Vs. Prendas que necessitamos
Se ainda vos falta comprar umas prendinhas de Natal, aqui fica um conselho de amiga: dêem à pessoa o que ela quer, e não o que ela precisa.
Por exemplo, se calhar até precisamos de cebolas. Mas não queremos receber um colar de cebolas pelo Natal. Já um colar de pérolas é outra história. Até porque é no Natal que pedimos as coisas mais extravagantes!
Obviamente, estou a exagerar. Mas é só mesmo para vos abrir a pestana. Pelo menos no que toca às mulheres. Os homens, normalmente, são muito práticos e, ou nos dizem o que querem, ou... Nos dizem o que querem. O que, muitas vezes é o que precisam.
Já as mulheres, não (claro que há sempre excepções para tudo). Nós damos pistas, insinuamos, e mesmo que acabemos por pedir o que queremos, é muito pouco provável que seja aquilo mesmo que queiramos ou precisemos. Se for um perfume, porque o nosso acabou, esperamos sempre aquela surpresa.
Por isso, lembrem-se: nesta altura de consumismo desenfreado (a celebração espiritual do nascimento de Jesus, com trocas simbólicas, há muito que passou para segundo plano), dêem o que a pessoa quer. Não o que precisa.
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Por exemplo, se calhar até precisamos de cebolas. Mas não queremos receber um colar de cebolas pelo Natal. Já um colar de pérolas é outra história. Até porque é no Natal que pedimos as coisas mais extravagantes!
Obviamente, estou a exagerar. Mas é só mesmo para vos abrir a pestana. Pelo menos no que toca às mulheres. Os homens, normalmente, são muito práticos e, ou nos dizem o que querem, ou... Nos dizem o que querem. O que, muitas vezes é o que precisam.
Já as mulheres, não (claro que há sempre excepções para tudo). Nós damos pistas, insinuamos, e mesmo que acabemos por pedir o que queremos, é muito pouco provável que seja aquilo mesmo que queiramos ou precisemos. Se for um perfume, porque o nosso acabou, esperamos sempre aquela surpresa.
Por isso, lembrem-se: nesta altura de consumismo desenfreado (a celebração espiritual do nascimento de Jesus, com trocas simbólicas, há muito que passou para segundo plano), dêem o que a pessoa quer. Não o que precisa.
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