6 de abril de 2009

Uma viagem ao centro da nossa capital - Parte 1

Hoje fui, como todos os meses, até ao centro de Lisboa para colocar novo elástico no aparelho. Desta vez coloquei roxo, por causa da Páscoa, caso estivessem com curiosidade.

Milagrosamente, arranjei lugar para estacionar numa paralela à Av. da Liberdade. Estacionei, desliguei o carro, travei-o, apaguei as luzes e, quando olho em frente, eis que me surge um arrumador a correr lá do fundo até ao meu carro. Quando chegou disse que estava bom assim como estava, e levantou os polegares. Eu olhei para ele de dentro do carro, fiz sorriso à japonês, levantei o meu polegar também e perguntei no gozo se estava bem. Ele confirmou.

Saí do carro, já em cima da hora, e fui até ao parquímetro colocar a moeda. Não sei o que aconteceu, mas depois de impresso, recolhi-o e a minha carteira e moedas caíram 2 vezes. Se eu quisesse usar o argumento de não ter trocos, já não podia. Mas nem queria.

Fui até ao meu carro, e lá continuava ele. Coloquei o papel no tabelier, e o respectivo Técnico de Correcto Posicionamento de Veículos Motorizados Citadino, que por acaso não tinha nada ar de drogado, abriu a boca para falar. Surpresa das surpresas... Era brasileiro!! O que já não foi surpresa foi a lata dele ao pedir-me uma moeda, para além do parqímetro. Só consegui pronunciar uma palavra: NÃO. E ele desistiu? A resposta é a mesma: não.

Não lhe dei conversa, virei as costas e lá fui eu.

Não sei se ele viu no papel que eu ia estar pouco tempo, mas a verdade é que não me riscou o carro. Corri um risco? Talvez. Mas acho que este técnico ainda deve andar em formação...

2 comentários:

Cindy disse...

grrrr... que nervos!! eu faço exactamente o mesmo!
beijokas!

disse...

destroce, destroce, destroce...

tá bom!

beijocas,
alfa1